(Aqui gosta-se de Pearl Jam)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

são 2, 3 da manhã, contas estórias como se não houvesse amanhã, fabricas pensamentos em série... tornas-te peça imóvel deste jogo ainda inacabado.
pensas como se pensará no futuro mas ages como agiste ontem, sentes em ti o medo de nunca mais jogar e corres por onde as estórias te levam, sítios cercados de inveja, violência e terror. - são esses os sítios de que falam por aí, com mitos infinitos que hoje se tornaram o banal para a tão gloriosa e sucedida sociedade.
eu dou-lhe outro nome: suicida. tal como tu, essa tendência para a ironia extrema de que tanto falas, o teu prazer em contar o que vês, da maneira que vês... arrepia.
começa a amanhecer, trocas o primeiro olhar com o tão inesperado "amanhã" que te convenceste que não ia nunca chegar a ti. e agora?
agora chega de estórias.

essas vozes de que tanto falas? era eu a chamar-te. é humano fingir-se que algo está certo quando na realidade nada realmente o está, tudo isso parece fácil mas hoje desisti.
sabes, não és imortal.

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